Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Cirurgia plástica
Tripla: lipoaspiração, mastopexia com prótese e abdominoplastia
Custo do procedimento sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar, no mesmo tempo cirúrgico, a mastopexia bilateral com inclusão de implantes de silicone e a lipoabdominoplastia, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Identificador do produtoevodux-tripla-lipo-mama-abdome
Versão1.3.1
Data-baseOut/2026
Próxima atualizaçãoAbr/2027
Leitura econômica do procedimento
Resumo do produto
Elemento
Referência do produto
O que é o produto
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnica
Base técnica Evodux da tripla (lipoaspiração, mastopexia com prótese e abdominoplastia) · versão 1.3.1 · data-base out/2026
Procedimento
Mastopexia bilateral com inclusão de implantes mamários de silicone e lipoabdominoplastia (abdominoplastia com lipoaspiração de abdome e flancos), no mesmo tempo cirúrgico, em caráter eletivo
Códigos TUSS
Código TUSS específico da tripla: não cadastrado neste produto; não usar código inventado nem faturar códigos reparadores por analogia. Analogias de porte, de situações reparadoras diferentes do caso índice: 30101271 (dermolipectomia para correção de abdome em avental), 30602262 (reconstrução da mama com prótese e/ou expansor) e 30602173 (mastoplastia em mama oposta após reconstrução da contralateral). Analogias de porte para contextualização econômica; a instituição deve consultar descritores, portes e vigência na edição oficial aplicável antes de codificar ou faturar. Não constituem códigos substitutos da tripla. Lipoaspiração: código não cadastrado neste produto. Codificação (TUSS) e cobertura (Rol da ANS) são condições distintas: o caso índice é estético, e um caso reparador exige análise específica de codificação e cobertura. Este produto não emite parecer jurídico
Especialidade
Cirurgia plástica
Escopo hospitalar
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída
Honorários médicos
Não incluídos no custo hospitalar (cirurgião plástico, auxiliares e anestesiologista)
2 diárias de acomodação, alta em até 48 horas da admissão; UTI não programada
OPME principal
Par de implantes mamários de silicone em gel coesivo (R$ 3.190,00)
Versão e data-base
Versão 1.3.1 · data-base out/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários do cirurgião plástico, dos auxiliares e do anestesiologista não integram o custo hospitalar. Exames e consultas antes da internação, cinta ou malha modeladora, sutiã de sustentação, curativos, manejo e retirada do dreno e retornos após a alta ficam fora deste custo. Códigos TUSS: não cadastrado.
Como utilizar este produto
Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.
01Confirmar o caso índice
Verifique se as pacientes do hospital correspondem à tripla eletiva em um tempo (mastopexia com implantes de silicone e lipoabdominoplastia), com dreno abdominal, sem UTI e alta em até 48 horas, que serve de referência ao custo.
02Revisar protocolo e custo
Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.
03Custear a estrutura
Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.
04Precificar o procedimento
Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.
05Medir a operação atual
Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.
06Avaliar propostas e acompanhar
Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.
Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.
Origem de cada informação
Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark
Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.
Caso índice clínico
Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.
TUSSCódigo TUSS não cadastrado · analogias de porte 30101271, 30602262 e 30602173
AnestesiaGeral balanceada
TécnicaMastopexia com implantes · lipoabdominoplastia · dreno
Permanência2 diárias · sem UTI
Premissa
Caso índice Evodux
Paciente de referência
Mulher adulta, 38 anos utilizados exclusivamente como referência de modelagem, após gestações e com peso estável; ASA I ou II; não tabagista
Peso / altura / IMC
65 kg / 1,65 m / 23,9 kg/m²
Condição clínica
Ptose mamária bilateral grau II a III com perda de volume, excesso de pele e gordura infraumbilical, diástase dos músculos retos do abdome e gordura localizada em abdome e flancos, com indicação de mastopexia com inclusão de implantes associada à lipoabdominoplastia; procedimento eletivo; paciente clinicamente estável
Comorbidades
Sem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante; sem antecedente pessoal ou familiar de tromboembolismo venoso
Procedimento
Mastopexia bilateral com inclusão de implantes mamários de silicone [C1][C2] e lipoabdominoplastia, isto é, abdominoplastia com descolamento seletivo associada à lipoaspiração de abdome e flancos [C7][C8], no mesmo tempo cirúrgico. A associação de abdominoplastia com lipoaspiração e procedimento de mama tem taxa de complicação maior que a abdominoplastia isolada [C6][C10]
Códigos de referência
Código TUSS específico da tripla: não cadastrado neste produto. Analogias de porte (situações reparadoras, diferentes do caso índice estético): TUSS 30101271 (CBHPM 3.01.01.27-1, dermolipectomia para correção de abdome em avental, porte 9C, 2 auxiliares, porte anestésico 5); TUSS 30602262 (CBHPM 3.06.02.26-2, reconstrução da mama com prótese e/ou expansor, porte 9C, 2 auxiliares, porte anestésico 5); TUSS 30602173 (CBHPM 3.06.02.17-3, mastoplastia em mama oposta após reconstrução da contralateral, porte 8A, 1 auxiliar, porte anestésico 5). Analogias de porte para contextualização econômica; a instituição deve consultar descritores, portes e vigência na edição oficial aplicável antes de codificar ou faturar. Não constituem códigos substitutos da tripla. Lipoaspiração: código não cadastrado neste produto. Cobertura é condição separada, a verificar caso a caso
Técnica anestésica
Anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal, indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; a diretriz ERAS de reconstrução mamária recomenda anestesia venosa total (item 10) [P1]; a escolha da técnica é da instituição
Técnica do procedimento
Marcação prévia em pé; lipoaspiração de abdome e flancos com infiltração de soro fisiológico com epinefrina; abdominoplastia com descolamento seletivo (lipoabdominoplastia) [C7][C8], plicatura da aponeurose dos retos, transposição do umbigo, pontos de adesão e dreno de sucção; mastopexia com inclusão dos implantes por incisão periareolar com extensão vertical ou em T invertido, loja subglandular ou em plano duplo, irrigação antibiótica da loja, manipulação mínima do implante e troca de luvas (medidas descritas na técnica de [C3]); síntese em planos. Sequência dos tempos, marcação, solução e volume de infiltração, padrão de incisão, plano da loja, pontos de adesão e composição da solução de irrigação são premissas de modelagem sem fonte específica no produto. A decisão de técnica, extensão da lipoaspiração, volume e perfil do implante permanece do cirurgião.
Lipoaspiração
Lipoaspiração de pequeno a moderado volume, restrita a abdome e flancos, com até 3 L de solução de infiltração (premissa de modelagem). Lipoaspiração de grande volume, de outras regiões ou com enxertia de gordura não faz parte do caso índice; o limite de volume segue o protocolo institucional
Profilaxia antibiótica
Cefazolina 2 g por via venosa até 60 minutos antes da incisão, com nova dose de 2 g se a cirurgia continuar 4 horas após o início da dose pré-operatória (o intervalo conta a partir da dose, não do início da cirurgia), conforme o protocolo e as condições individuais, e duração menor que 24 horas [A4][P1]. Dose, janela e intervalo de redose conforme [A4] (Tabela 1 e seção de redose); a diretriz não valida especificamente a combinação tripla. As 4 unidades de cefazolina do custo são composição econômica
Prevenção de tromboembolismo
Risco individual estratificado pelo escore de Caprini [P2][P3]. No modelo de Caprini de 2005, o caso índice soma 2 pontos (cirurgia de grande porte acima de 45 minutos) somente se os demais fatores do instrumento estiverem ausentes e verificados; idade de 38 anos e IMC de 23,9 kg/m² não pontuam, mas contraceptivo oral ou terapia hormonal acrescentam 1 ponto [P2]. O escore 2 é premissa condicionada, não escore comprovado pela descrição do caso, e não dispensa a avaliação individual de risco. Com escore de 3 a 6, a força-tarefa da ASPS recomenda considerar heparina de baixo peso molecular após a cirurgia [P2]. Profilaxia mecânica com compressão pneumática intermitente durante a cirurgia, que a ASPS (2023) recomenda em pacientes sob anestesia geral endotraqueal [P4], meia de compressão e deambulação precoce [P1], sem anticoagulante programado. Anticoagulante, quando a estratificação individual indicar, é item condicional custeado à parte no protocolo institucional
Sondagem vesical
Sonda vesical de demora durante a cirurgia, retirada no primeiro dia após a cirurgia. Premissa de modelagem sem fonte específica no produto
Dreno
Dreno de sucção fechado no abdome, escolhido como premissa do caso índice. Na metanálise [C9], pontos de tensão progressiva com dreno e sem dreno não tiveram diferença estatística de seroma na análise, o que não demonstra equivalência; [C9] não obriga o uso do dreno nem define prazo de retirada. A retirada do dreno após a alta fica fora deste custo
OPME
1 par de implantes mamários de silicone em gel coesivo, volume e perfil conforme o planejamento cirúrgico
UTI
Não programada; zero diária de UTI no caso índice
Permanência prevista
2 diárias em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 48 horas da admissão
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Sequência dos tempos, padrão de cicatriz, plano da loja, uso de dreno, volume de infiltração e número de fios são premissas de modelagem, não indicação clínica. Ajustes por anatomia, volume do implante, extensão da lipoaspiração, risco tromboembólico e protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.
Jornada e permanência do caso índice
Etapa
Caso índice Evodux
Admissão
No dia da cirurgia, em jejum conforme o protocolo anestésico, com exames, avaliação pré-anestésica e marcação cirúrgica prévios fora deste custo
Sala cirúrgica
Até 6 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento, antissepsia ampla, sondagem vesical, lipoaspiração, abdominoplastia, mastopexia com inclusão dos implantes e curativos
Recuperação (RPA)
Até 2 horas após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação
Unidade de internação
Apartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, profilaxia de náusea, hidratação até a aceitação da dieta, deambulação precoce, meia de compressão, controle do débito do dreno, retirada da sonda vesical no primeiro dia e vigilância de hematoma e seroma
UTI
Não programada. Transferência somente por intercorrência (hematoma com instabilidade, sangramento, tromboembolismo, evento cardiorrespiratório), tratada como evento fora do caso índice
Alta
Premissa de custeio: alta em até 48 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: dor controlada por analgesia oral, sem sinais de hematoma ou sangramento ativo, débito do dreno compatível com alta e orientação sobre o dreno, aceitando dieta, deambulando e com diurese espontânea após a retirada da sonda, com orientações e retorno ambulatorial (critérios sem fonte específica no produto; definição da instituição). Tempo de sala, recuperação e diárias são premissas econômicas, não critérios de alta.
Total do episódio
2 diárias de acomodação · 0 diária de UTI · 6 horas de sala · 2 horas de recuperação
Por que 2 diárias, com dreno e sem UTI
A associação de abdominoplastia com procedimentos de mama e lipoaspiração aumenta o risco de complicação maior em relação à abdominoplastia isolada [C6][C10]. Duas diárias de acomodação, dreno abdominal e ausência de UTI programada foram escolhidos como premissas de modelagem do caso índice, sem fonte específica no produto. UTI planejada, procedimentos adicionais, lipoaspiração de grande volume ou permanência prevista maior caracterizam outra jornada e exigem reclassificação.
Como o caso índice deve ser usado
O caso índice é a referência do custo deste produto: mastopexia bilateral eletiva com inclusão de um par de implantes de silicone e lipoabdominoplastia com lipoaspiração de abdome e flancos, em um único tempo, em paciente saudável, com dreno abdominal, sem UTI programada e com permanência de até duas diárias. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.
Procedimentos em tempos separados, abdominoplastia em âncora ou após grande perda de peso, mastopexia sem prótese, mamoplastia redutora, troca ou retirada de implantes, lipoaspiração de outras regiões ou de grande volume, lipoenxertia, braquioplastia ou outro procedimento associado, UTI programada ou permanência prevista acima de duas diárias descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.
Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.
Protocolo anestésico
Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.
AnestesiaGeral balanceada · intubação orotraqueal · até 6 h
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Avaliação e preparação
Confirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico.
Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum conforme a diretriz da ASA de 2017 para pacientes saudáveis em procedimento eletivo, com líquidos claros até 2 horas e refeição leve até 6 horas antes [A6][P1], e a atualização modular de 2023 para líquidos claros com carboidrato [A2]. A regra não se estende automaticamente a pacientes com risco aumentado de aspiração.
Monitorização
Monitorar oxigenação, ventilação com capnografia, circulação e temperatura durante toda a anestesia.
Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva, capnografia contínua da intubação à extubação, temperatura [A1][P1] e monitorização neuromuscular quantitativa (sequência de quatro estímulos) [A5]. Linha de amostragem da capnografia, sensor de temperatura e monitor neuromuscular com seus eletrodos ou sensores não estão na composição de itens. Recursos necessários, considerados como premissa de estrutura do modelo. A instituição informa disponibilidade, compatibilidade e rubrica de custeio; sua presença e inclusão no custo-hora não são comprovadas por este HTML.
Prevenção de hipotermia
Aquecer ativamente a paciente durante toda a cirurgia de até 6 horas, com grande área corporal exposta.
Manta térmica descartável para aquecimento por ar forçado; o insuflador de ar forçado é recurso de estrutura do modelo, sem preço próprio (configuração em Recursos estruturais). Aquecimento ativo e monitorização da temperatura [P1].
Ansiólise
Administrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado.
Midazolam.
Indução e intubação
Induzir por via venosa com opioide, hipnótico e bloqueador neuromuscular e intubar a traqueia.
Fentanila, propofol, lidocaína, rocurônio, tubo endotraqueal 7,0 com balonete e cânula de Guedel.
Manutenção
Manter anestesia inalatória em baixo fluxo, com complemento de opioide e de bloqueador neuromuscular conforme a resposta.
Sevoflurano, fentanila, rocurônio e filtro trocador de calor e umidade.
Profilaxia antibiótica
Administrar cefazolina 2 g por via venosa até 60 minutos antes da incisão e, se a cirurgia continuar, repetir 2 g 4 horas após o início da dose pré-operatória, conforme o protocolo e as condições individuais.
Cefazolina 1 g, 4 frascos. [A4][P1]
Profilaxia de náusea e vômito
Associar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) conforme o risco da paciente.
Dexametasona e ondansetrona. [A3][P1]
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal. Anestesia venosa total, recomendada pela diretriz ERAS de reconstrução mamária [P1], bloqueios regionais (parede torácica ou plano transverso do abdome) e máscara laríngea não fazem parte da configuração precificada.
Suporte durante e ao fim da anestesia
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Analgesia intraoperatória
Iniciar a analgesia multimodal antes do despertar.
Dipirona, como componente da analgesia multimodal [P1]. A fonte cita paracetamol e anti-inflamatório; a dipirona é escolha da prática brasileira, sem fonte específica no produto.
Hidratação
Manter reposição volêmica com cristaloide balanceado [P1], considerando o volume da solução de infiltração da lipoaspiração no balanço hídrico (premissa de modelagem).
Ringer com lactato, 6 bolsas de 500 mL.
Monitorização e reversão do bloqueio neuromuscular
Quantificar a recuperação do bloqueio pela sequência de quatro estímulos e só extubar com relação TOF de 0,9 ou mais [A5].
Neostigmina associada à atropina, adequada para bloqueio mínimo (relação TOF de 0,4 a menos de 0,9); não é reversão universal: em bloqueio profundo, moderado ou superficial por rocurônio, a ASA 2023 recomenda sugamadex em vez de neostigmina [A5]. Sugamadex não está precificado; a escolha do agente é do anestesiologista. Monitor neuromuscular: recurso de estrutura do modelo, sem preço próprio (configuração em Recursos estruturais).
Extubação e transferência
Extubar com a paciente acordada e transferir para a recuperação.
Aspiração de vias aéreas, seringas e agulhas de preparo.
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Precificação do protocolo anestésico
Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos de indução e manutenção
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Profilaxias, analgesia, reversão e hidratação
Materiais de via aérea, monitorização e aquecimento
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação e quantidade. O sevoflurano está expresso em mililitros consumidos em baixo fluxo em até 6 horas. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.
Referências bibliográficas do protocolo anestésico
Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.
A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; última emenda em 15 de outubro de 2025. Norma institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma da sociedade (padrão de prática da ASA). Standard II: monitorização contínua de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura durante a anestesia. Na paciente intubada do caso índice, o item 2.2.2 exige avaliação clínica, identificação do CO2 expirado para verificar a posição do tubo e a análise contínua do CO2 expirado da colocação até a extubação ou o início da transferência para a recuperação; o item 2.4 pede monitorização da temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não fundamenta o restante do regime anestésico. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. doi:10.1097/ALN.0000000000004381. PMID: 36629465.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Atualização modular restrita a líquidos claros com carboidrato, goma de mascar e jejum pediátrico; não é um guia novo de todos os jejuns. Os tempos gerais de jejum vêm da diretriz ASA de 2017 [A6], que esta atualiza em parte. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Jin Z, Ayad S, Belani KG, Habib AS, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513 (publicado online antes da impressão em 2025). doi:10.1213/ANE.0000000000007816. PMID: 41237407. Relatório completo no material suplementar da editora (Full Report, Appendix 1). Substitui o quarto consenso (Anesth Analg. 2020;131(2):411-448, PMID: 32467512), mantido como histórico.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas com endosso de sociedades. Relatório completo (material suplementar da editora, Guideline 4, p. 20): no tratamento de náusea e vômito estabelecidos, usar antiemético de classe diferente da usada na profilaxia; repetir a mesma classe não traz benefício; uma segunda dose de antagonista 5-HT3 após mais de 6 horas só é considerada quando não há alternativa. Sustenta também a profilaxia multimodal conforme o risco. Não define prescrição fixa de resgate nem quantidade de custeio. Relatório completo: https://cdn-links.lww.com/permalink/aa/f/aa_1_1_2025_11_24_cd_1_sdc1.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41237407/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). Tabela 1 (p. 197) e seção de redose (p. 209 da revista): cefazolina 2 g para adulto (3 g a partir de 120 kg), início até 60 minutos antes da incisão, nova dose a cada 4 horas contadas a partir do início da dose pré-operatória, e não do início do procedimento, e duração menor que 24 horas na maioria dos procedimentos; na cirurgia plástica, cefazolina como primeira escolha. A seção de cirurgia plástica e mama aborda profilaxia em abdominoplastia e mamoplastia de aumento; não valida especificamente a combinação tripla. Texto: https://www.ashp.org/surgical-guidelines pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/
A5
Thilen SR, Weigel WA, Todd MM, Dutton RP, Lien CA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Monitoring and Antagonism of Neuromuscular Blockade: A Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Neuromuscular Blockade. Anesthesiology. 2023;138(1):13-41. doi:10.1097/ALN.0000000000004379. PMID: 36520073.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Quadro de recomendações (p. 14; detalhamento nas p. 17, 19 e 21): monitorização quantitativa em vez de avaliação clínica ou qualitativa; confirmar relação TOF de 0,9 ou mais antes da extubação; sugamadex em vez de neostigmina para bloqueio profundo, moderado ou superficial por rocurônio ou vecurônio; neostigmina como alternativa razoável no bloqueio mínimo (relação TOF de 0,4 a menos de 0,9). Não define o custo do monitor nem do sugamadex, que não estão precificados neste produto. csa-online.org/wp-content/uploads/2023/02/NMB23.pdf
A6
American Society of Anesthesiologists Task Force on Preoperative Fasting and the Use of Pharmacologic Agents to Reduce the Risk of Pulmonary Aspiration. Practice Guidelines for Preoperative Fasting and the Use of Pharmacologic Agents to Reduce the Risk of Pulmonary Aspiration: Application to Healthy Patients Undergoing Elective Procedures. An Updated Report. Anesthesiology. 2017;126(3):376-393. doi:10.1097/ALN.0000000000001452. PMID: 28045707.
Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.
Configuração precificada
Versão-base: anestesia geral balanceada com fentanila, propofol, rocurônio e sevoflurano por até 6 horas, cefazolina 2 g com nova dose de 2 g 4 horas após o início da dose pré-operatória, profilaxia de náusea com dexametasona e ondansetrona, dipirona intraoperatória, aquecimento ativo por ar forçado, monitorização neuromuscular quantitativa e reversão com neostigmina e atropina quando a monitorização indicar bloqueio mínimo [A5]. A escolha definitiva segue avaliação individual e protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
A diretriz ERAS de reconstrução mamária recomenda anestesia venosa total (item 10) [P1]; a versão-base mantém sevoflurano como premissa de modelagem; a escolha da técnica é da instituição. Bloqueios regionais guiados por ultrassom, sugamadex (recomendado pela ASA 2023 para bloqueio mais profundo que o mínimo [A5]), ácido tranexâmico e outros esquemas de profilaxia de náusea não estão precificados. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional, como bloqueio regional guiado por ultrassom ou sugamadex, exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação, no protocolo institucional.
Protocolo do procedimento
Lipoaspiração, abdominoplastia e mastopexia com inclusão de implantes do caso índice descritas pelo que será feito, como e com quais recursos.
TécnicaLipoabdominoplastia · mastopexia bilateral com implantes · dreno abdominal
Preparo, antissepsia, sondagem e profilaxia mecânica
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Profilaxia mecânica de tromboembolismo
Instalar a compressão pneumática intermitente nos membros inferiores antes da indução e mantê-la durante a cirurgia.
Perneira para compressão pneumática intermitente; compressor e mangueiras não estão na composição de itens. Recursos necessários, considerados como premissa de estrutura do modelo. A instituição informa disponibilidade, compatibilidade e rubrica de custeio; sua presença e inclusão no custo-hora não são comprovadas por este HTML. Métodos mecânicos [P1]; a ASPS (2023) recomenda dispositivos de compressão sequencial em pacientes sob anestesia geral endotraqueal, com avaliação individual de risco [P4].
Posicionamento
Posicionar a paciente em decúbito dorsal com os membros superiores abduzidos e fixados, permitindo flexão do tronco e posição sentada durante a cirurgia.
Placa dispersiva do bisturi elétrico.
Sondagem vesical
Passar sonda vesical de demora com técnica estéril após a indução.
Sonda vesical de demora nº 14, coletor em sistema fechado e lidocaína gel. Premissa de modelagem sem fonte específica no produto.
Antissepsia
Degermar e aplicar antisséptico alcoólico no tórax, nas mamas, nas axilas, no abdome e nos flancos.
Clorexidina degermante 2% e clorexidina alcoólica 0,5% [C5][P1]. [C5] não estabelece a concentração de 0,5%; a concentração é definição do controle de infecção da instituição.
Campos e paramentação
Montar o campo estéril para os dois sítios e paramentar a equipe.
Campos cirúrgicos estéreis, aventais e luvas.
Lipoaspiração de abdome e flancos
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Infiltração
Infiltrar abdome e flancos com solução superúmida de soro fisiológico com epinefrina para reduzir sangramento.
Soro fisiológico 0,9% 1.000 mL, 3 frascos, com epinefrina 1 mg por litro, e equipo. Solução, volume e concentração são premissas de modelagem sem fonte específica no produto; definição da instituição.
Aspiração
Aspirar a gordura por pequenas incisões com cânulas, controlando volume aspirado e simetria.
Cânulas e aparelho de aspiração (recursos de estrutura do modelo, sem preço próprio; configuração em Recursos estruturais), bolsas coletoras descartáveis do lipoaspirado e fio náilon 4-0 nas incisões.
Abdominoplastia
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Incisão e descolamento
Incisar na linha suprapúbica e descolar o retalho de forma limitada, preservando perfurantes (lipoabdominoplastia).
Lâmina nº 23, caneta de eletrocautério, compressas e gaze. Descolamento seletivo [C7][C8].
Plicatura e umbigo
Plicar a aponeurose dos músculos retos e transpor o umbigo.
Fio náilon monofilamento 0 na plicatura e fios absorvíveis no umbigo. Plicatura com fio inabsorvível é premissa de modelagem.
Pontos de adesão e dreno
Fixar o retalho com pontos de adesão, ressecar o excesso de pele e deixar dreno de sucção fechado.
Fio absorvível trançado 2-0, dreno de sucção 4,8 mm com reservatório e fio náilon 3-0 para fixação do dreno. Em [C9] não houve diferença estatística de seroma entre pontos com e sem dreno na análise, o que não demonstra equivalência; o dreno é premissa do caso índice.
Mastopexia com inclusão dos implantes
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Infiltração e incisão
Infiltrar as linhas de incisão das mamas, incisar conforme a marcação e dissecar a loja em plano subglandular ou plano duplo, com hemostasia rigorosa.
Lidocaína 2% com epinefrina 1:200.000 diluída em soro fisiológico, seringas de 20 mL, agulhas e lâmina nº 15.
Irrigação da loja
Irrigação da loja antes da inserção do implante, conforme o protocolo de irrigação da instituição.
Composição orçamentária de referência: cefazolina e gentamicina nos quantitativos do modelo. A seleção do protocolo de irrigação compete à instituição. O estudo citado sobre mistura de três agentes [C3] não valida diretamente esta composição de dois agentes.
Inserção do implante
Trocar as luvas, manusear o implante o mínimo possível e inseri-lo com técnica sem toque.
Par de implantes mamários de silicone e luvas novas. Troca de luvas e manipulação mínima descritas na técnica de [C3] (série sem grupo controle, que não comprova isoladamente a eficácia de cada medida); [C4] é revisão geral sobre biofilme e contaminação de implantes.
Remodelamento e ressecção
Posicionar o complexo areolopapilar, remodelar o parênquima e ressecar o excesso de pele, conferindo a simetria na posição sentada.
Instrumental cirúrgico, eletrocautério e compressas.
Síntese e curativos
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Síntese em planos
Fechar parênquima, fáscia superficial e derme com fio absorvível e a pele com monofilamento, nas mamas, no abdome e no umbigo.
Fio absorvível trançado 2-0, poliglecaprona 3-0 e 4-0 e náilon 4-0.
Curativo e transferência
Aplicar curativos oclusivos e transferir a paciente para a recuperação com o dreno em aspiração.
Gaze e fita adesiva microporosa.
Segurança e rastreabilidade do implante
Antes da inserção, conferir volume, perfil, superfície, validade, integridade da embalagem e esterilidade dos implantes, e registrar no prontuário as etiquetas de lote e número de série de cada prótese. A diferença de utilização em relação ao protocolo é dado econômico, não julgamento assistencial.
Limite da lipoaspiração no caso índice
O caso índice considera lipoaspiração de abdome e flancos de pequeno a moderado volume, com até 3 L de solução de infiltração. Lipoaspiração de grande volume, de outras regiões ou com enxertia de gordura tem monitorização e recursos próprios e não corresponde a este custo; o limite de volume segue o protocolo institucional.
Precificação do protocolo do procedimento
Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos e soluções do procedimentoParte 1 de 5
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Sondagem vesical e profilaxia mecânicaParte 2 de 5
Paramentação, campos e materiais cirúrgicosParte 3 de 5
Lipoaspiração e drenoParte 4 de 5
Fios de sutura e curativoParte 5 de 5
Subtotal protocolo do procedimento
Fonte econômica
O par de implantes está na OPME. Estrutura da sala cirúrgica, instrumental e cânulas reutilizáveis, aparelho de lipoaspiração, compressor pneumático, aquecedor de ar forçado, equipe operacional e equipamentos fixos aparecem em custos operacionais. Honorários do cirurgião e dos auxiliares não integram o subtotal.
Precificação da OPME
Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
Volume e perfil do implante conforme o planejamento
Superfície lisa ou texturizada da mesma categoria (equivalência apenas orçamentária)
Outra configuração: custear à parte
Implantes de poliuretano ou de categoria superior
Implantes anatômicos de projeção especial
Matriz dérmica acelular ou tela de sustentação
Telas para reforço da parede abdominal
Medidores descartáveis ou funil de inserção
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. O par de implantes (2 próteses) é adquirido e precificado como uma unidade de OPME, sem duplicar custo. O dreno de sucção do abdome está no protocolo do procedimento, como material. Configuração superior deve ser custeada separadamente.
Composição detalhada da OPME padrão
Componente
Qtd.
Especificação de referência
Linha de custo
Implante mamário de silicone, mama direita
1
Gel de silicone coesivo, invólucro de elastômero de silicone, base redonda; volume, perfil e superfície conforme o planejamento cirúrgico; registro na ANVISA
Par de implantes mamários de silicone
Implante mamário de silicone, mama esquerda
1
Mesma especificação do implante direito, admitida diferença de volume para correção de assimetria
Par de implantes mamários de silicone
Os dois implantes compõem uma única linha de custo, o par de implantes. A lipoabdominoplastia do caso índice não usa OPME.
Como interpretar a OPME padrão
A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: um par de implantes mamários de silicone em gel coesivo, de base redonda, com volume, perfil e superfície definidos pelo cirurgião. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.
A equivalência entre superfícies, marcas e modelos é apenas orçamentária: não é equivalência de segurança nem de intercambialidade. Os riscos diferem por superfície; segundo a FDA, o linfoma anaplásico de grandes células associado ao implante aparece com mais frequência em implantes texturizados [C11]. A escolha segue seleção técnica, registro, alertas sanitários e rastreabilidade, sem presumir marca ou modelo autorizado ou intercambiável.
Variação de marca dentro da mesma categoria, de volume e de perfil não altera o custo de referência de forma material. Implantes de poliuretano, anatômicos de projeção especial, matriz dérmica, telas e acessórios descartáveis de inserção representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.
As referências sustentam a mastopexia de aumento em um tempo e a manipulação mínima do implante, mas não tornam obrigatória uma marca ou modelo de implante. Esta é a configuração Evodux adotada para modelagem técnico-econômica do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.
Referências bibliográficas do protocolo do procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.
Aplicação: Tipo: série de casos retrospectiva. Série retrospectiva de 332 casos consecutivos de mastopexia de aumento em um tempo (evidência nível III): complicações em 22,9% e reoperação em 23,2%. Sustenta a mastopexia de aumento em tempo único como componente mamário selecionado e mostra que a reoperação é frequente; não demonstra segurança incondicional da tripla nem define permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22965238/
C2
Khavanin N, Jordan SW, Rambachan A, Kim JYS. A systematic review of single-stage augmentation-mastopexy. Plast Reconstr Surg. 2014;134(5):922-931. doi:10.1097/PRS.0000000000000582. PMID: 25347628.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. A revisão reuniu 23 estudos e 4.856 casos. A taxa agregada de reoperação de 10,7% corresponde aos 13 estudos que reportaram esse desfecho; não representa estimativa específica para a cirurgia tripla deste modelo. A taxa agregada de complicações na mastopexia de aumento em um tempo foi de 13,1%. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25347628/
C3
Adams WP Jr, Rios JL, Smith SJ. Enhancing patient outcomes in aesthetic and reconstructive breast surgery using triple antibiotic breast irrigation: six-year prospective clinical study. Plast Reconstr Surg. 2006;117(1):30-36. PMID: 16404244. Republicado em Plast Reconstr Surg. 2006;118(7 Suppl):46S-52S. doi:10.1097/01.prs.0000185671.51993.7e. PMID: 17099483.
Aplicação: Tipo: estudo clínico prospectivo sem grupo controle próprio. Estudo prospectivo de 335 pacientes com irrigação tripla antibiótica da loja: contratura grau III/IV de 1,8% no aumento primário, 0% na mastopexia de aumento e 9,5% na reconstrução. A solução estudada tem três componentes (bacitracina 50.000 U, cefazolina 1 g e gentamicina 80 mg em 500 mL de soro fisiológico, p. 31); o estudo citado sobre mistura de três agentes não valida diretamente a composição orçamentária de dois agentes deste modelo. A técnica descrita (p. 31) inclui troca de luvas e mínimo contato com o implante; a série não controlada, com subgrupo mamário pequeno, não comprova isoladamente a eficácia de cada medida. Texto: https://saferbreastimplants.org/wp-content/uploads/2017/03/Enhancing_outcomes_triple_antibiotic-Jan_2006.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16404244/
C4
Deva AK, Adams WP Jr, Vickery K. The role of bacterial biofilms in device-associated infection. Plast Reconstr Surg. 2013;132(5):1319-1328. doi:10.1097/PRS.0b013e3182a3c105. PMID: 23924649.
Aplicação: Tipo: revisão narrativa. Sustenta o papel do biofilme bacteriano na falha de dispositivos e, em termos gerais, estratégias operatórias para reduzir a contaminação do implante no momento da inserção. É revisão geral, não estudo específico de cada manobra; a troca de luvas e a manipulação mínima do caso índice são descritas na técnica de [C3]. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23924649/
C5
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-alcohol versus povidone-iodine for surgical-site antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Ensaio randomizado multicêntrico com 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico de 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com povidona-iodo. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica, por extrapolação para cirurgia limpa; não estabelece a concentração de 0,5% usada no produto. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20054046/
C6
Winocour J, Gupta V, Ramirez JR, Shack RB, Grotting JC, Higdon KK. Abdominoplasty: risk factors, complication rates, and safety of combined procedures. Plast Reconstr Surg. 2015;136(5):597e-606e. doi:10.1097/PRS.0000000000001700. PMID: 26505716.
Aplicação: Tipo: coorte prospectiva de base de seguro (CosmetAssure, 2008 a 2013). Em 25.478 abdominoplastias, complicações maiores em 30 dias em 4,0% contra 1,4% nos demais procedimentos estéticos; procedimentos múltiplos com risco relativo de 1,5; taxa de 3,1% na abdominoplastia isolada e de 4,6% quando associada a lipoaspiração e procedimento de mama. Sustenta que a associação aumenta o risco de complicação maior. Coorte com dados de base de seguro, não ensaio; não trata de mastopexia com implante em separado e não fundamenta 2 diárias, dreno ou UTI; incidências populacionais não são previsão individual. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26505716/
Aplicação: Tipo: descrição de técnica com série de casos (445 pacientes, 2000 a 2007). Sustenta a lipoabdominoplastia com descolamento seletivo e lipoaspiração do abdome e das áreas infracostais, com preservação da irrigação da parede abdominal. O resumo publicado não informa taxas de complicação, tempo de internação nem uso de dreno; não presume segurança da tripla para toda paciente. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19730314/
C8
Xia Y, Zhao J, Cao DS. Safety of lipoabdominoplasty versus abdominoplasty: a systematic review and meta-analysis. Aesthetic Plast Surg. 2019;43(1):167-174. doi:10.1007/s00266-018-1270-3. PMID: 30511162.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise (17 estudos, 14.061 pacientes). Lipoabdominoplastia com menos complicações totais que a abdominoplastia tradicional (risco relativo 0,85), menos hematoma (0,56) e menos seroma (0,69). Sustenta a escolha da lipoabdominoplastia como técnica de referência. Não sustenta dispensar o dreno nem tempo de internação, e a comparação entre técnicas abdominais não prova que associar a cirurgia de mama mantém o mesmo risco. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30511162/
C9
Jabbour S, Awaida C, Mhawej R, Habre SB, Nasr M. Does the addition of progressive tension sutures to drains reduce seroma incidence after abdominoplasty? A systematic review and meta-analysis. Aesthet Surg J. 2017;37(4):440-447. doi:10.1093/asj/sjw130. PMID: 27789426.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise (3 ensaios randomizados e 4 estudos retrospectivos). Pontos de tensão progressiva com dreno reduzem seroma em relação ao dreno isolado; entre pontos com dreno e apenas pontos não houve diferença estatística de seroma na análise, o que não demonstra equivalência. Não obriga o uso do dreno nem define duração do dreno ou diárias. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27789426/
C10
Gupta V, Yeslev M, Winocour J, Bamba R, Rodriguez-Feo C, Grotting JC, Higdon KK. Aesthetic breast surgery and concomitant procedures: incidence and risk factors for major complications in 73,608 cases. Aesthet Surg J. 2017;37(5):515-527. doi:10.1093/asj/sjw238. PMID: 28333172.
Aplicação: Tipo: coorte prospectiva de base de seguro (CosmetAssure). Complicações maiores em 1,46% das cirurgias mamárias estéticas; aumento com mastopexia com risco maior que o procedimento mamário isolado, sobretudo de infecção; associar abdominoplastia a qualquer procedimento de mama aumenta o risco de complicação maior. O resumo não traz a taxa específica da combinação; a taxa global não se aplica à tripla específica. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28333172/
C11
U.S. Food and Drug Administration. Risks and Complications of Breast Implants. Página oficial da FDA, Medical Devices, Breast Implants. Consulta em 23/10/2026.
Aplicação: Tipo: página informativa de agência reguladora, não estudo. Afirma que o linfoma anaplásico de grandes células associado ao implante mamário aparece com mais frequência em pacientes com implantes texturizados. Usada só para registrar que a equivalência entre superfícies no custo é apenas orçamentária; não traz taxas e não fundamenta escolha de modelo. www.fda.gov/medical-devices/breast-implants/risks-and-complications-breast-implants
Leitura das referências
As fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.
Protocolo pós-procedimento
O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Recuperação após a cirurgia (RPA)
Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação.
Monitorização, oxigênio quando necessário e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital.
Analgesia multimodal
Manter analgésico e anti-inflamatório em horário fixo e opioide apenas como resgate.
Dipirona a cada 6 horas, cetoprofeno a cada 12 horas e tramadol. Analgesia multimodal poupadora de opioide com anti-inflamatório [P1]; dipirona sem fonte específica no produto; tramadol só como resgate. O modelo inclui seis ampolas de dipirona. Esse quantitativo é uma composição econômica, não uma prescrição nem garantia de cobertura de toda a internação de 48 horas. A transição oral não integra os itens atualmente discriminados. A quantidade de ampolas é uma previsão de consumo, não o número de administrações. A janela efetiva depende da dose prescrita e da utilização por administração, contada a partir da primeira dose pós-operatória; o item intraoperatório é separado.
Náusea e vômito
Tratar náusea estabelecida com antiemético de classe diferente da usada na profilaxia [A3].
Repetir a mesma classe não traz benefício; uma segunda dose de antagonista 5-HT3 após mais de 6 horas só é considerada quando não há alternativa [A3]. As 2 ampolas de ondansetrona do pós-operatório são reserva econômica condicional, não resgate automático nem prescrição fixa; a escolha do resgate é do anestesiologista.
Hidratação
Manter hidratação venosa até a aceitação da dieta.
Soro fisiológico 0,9% e equipo.
Sonda vesical e dreno
Retirar a sonda vesical no primeiro dia após a cirurgia e registrar o débito do dreno a cada turno.
Avaliação de enfermagem. Retirada da sonda no primeiro dia é premissa de modelagem.
Janela do caso índice
Recuperação de até 2 horas após a cirurgia e internação prevista de até 2 diárias. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.
Convenção de tempo do caso índice
Bloco cirúrgico
Sala cirúrgica · 6 hRPA · 2 h
marco: entrada na sala
Internação
Unidade de internação até a alta · alta em até 48 h contadas da admissão
marco: admissão
As fases não se somam: sala (6 h) e RPA (2 h) acontecem dentro do período de internação, que é contado a partir da admissão no dia da cirurgia e termina na alta, em até 48 horas (2 diárias). A dipirona do pós-operatório é contada a partir da primeira dose pós-operatória prescrita.
Internação, alta e continuidade assistencial
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Prevenção de tromboembolismo
Manter meia de compressão e compressão pneumática no leito até a deambulação, estimular deambulação precoce; anticoagulante somente se a estratificação individual de risco indicar.
Meia de compressão e a mesma perneira da cirurgia [P1][P4]. Item econômico de referência: meia de média compressão, conforme especificação cadastrada. Não equivale automaticamente a um dispositivo antiembólico. A instituição seleciona o dispositivo adequado em sua configuração. A perneira pneumática é recurso distinto, com linha própria. Anticoagulante é item condicional, fora da composição do caso índice.
Vigilância de hematoma e seroma
Inspecionar mamas, abdome, curativos, dreno e dor em intervalos regulares.
Avaliação de enfermagem e do cirurgião.
Dieta e deambulação
Liberar dieta e deambulação assim que a paciente estiver acordada e sem náusea, com flexão do tronco para proteger a sutura abdominal.
Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação. Alimentação precoce e mobilização em até 24 horas [P1].
Avaliação de alta
Verificar dor, sangramento, sinais de hematoma, débito do dreno, aceitação da dieta, deambulação e diurese, e entregar as orientações de alta e de cuidado com o dreno.
Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto; definição da instituição.
Continuidade após a alta
Orientar o uso da cinta ou malha modeladora e do sutiã de sustentação, os cuidados com as feridas e com o dreno e o retorno ambulatorial para sua retirada, fora deste custo hospitalar.
Plano de alta e seguimento.
Limite financeiro
Medicamentos após a alta, cinta ou malha modeladora, sutiã de sustentação, curativos domiciliares, manejo e retirada do dreno, consultas e retornos ambulatoriais não integram este custo hospitalar.
Precificação do protocolo pós-procedimento
Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos da internaçãoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux de clientes, projetos, protocolos e referências de aquisição; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais da internaçãoParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-procedimento
Fonte econômica
Recuperação e acomodação são apresentadas separadamente como componentes de custo hospitalar. A dieta prescrita está incluída na diária da acomodação. A perneira de compressão pneumática está no protocolo do procedimento e é a mesma usada no leito.
Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.
P1
Temple-Oberle C, Shea-Budgell MA, Tan M, et al. Consensus Review of Optimal Perioperative Care in Breast Reconstruction: Enhanced Recovery after Surgery (ERAS) Society Recommendations. Plast Reconstr Surg. 2017;139(5):1056e-1071e. doi:10.1097/PRS.0000000000003242. PMID: 28445352.
Aplicação: Tipo: consenso com recomendações da ERAS Society. Extrapolação parcial da reconstrução mamária para a tripla; texto disponível em cópia publicada pelo Michigan Surgical Quality Collaborative (https://www.msqc.org/_files/ugd/d5fc0a_88ed85d9396b4e74a46183436662bb4c.pdf): jejum com líquidos claros até 2 horas (item 4), profilaxia de tromboembolismo com métodos mecânicos (item 6), clorexidina e antibiótico intravenoso até 1 hora antes da incisão (item 7), profilaxia multimodal de náusea e vômito (item 8), analgesia multimodal poupadora de opioide (itens 9 e 13), prevenção de hipotermia com aquecimento ativo e monitorização da temperatura (item 11), alimentação precoce (item 14) e mobilização em até 24 horas (item 17). O item 10 recomenda anestesia venosa total, o que diverge do modelo balanceado com sevoflurano do caso índice; a divergência não prova que o modelo balanceado seja proibido; a escolha da técnica é da instituição. Não trata de abdominoplastia nem de lipoaspiração e não define critérios de alta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28445352/
P2
Murphy RX Jr, Alderman A, Gutowski K, et al. Evidence-based practices for thromboembolism prevention: summary of the ASPS Venous Thromboembolism Task Force Report. Plast Reconstr Surg. 2012;130(1):168e-175e. doi:10.1097/PRS.0b013e318254b4ee. PMID: 22743901.
Aplicação: Tipo: recomendações de força-tarefa da sociedade (ASPS). Estratificação pelo escore de Caprini de 2005; com escore de 3 a 6, em procedimento sob anestesia geral acima de 60 minutos, considerar heparina de baixo peso molecular ou não fracionada após a cirurgia (grau B); com 7 ou mais, considerar profilaxia estendida e redução de risco. Abdominoplastia e contorno corporal estão entre os procedimentos listados. Figura 1 (p. 2): idade de 41 a 60 anos, IMC acima de 25, contraceptivo oral ou terapia hormonal valem 1 ponto cada; cirurgia de grande porte acima de 45 minutos vale 2. Não define dose nem duração e não trata de escore abaixo de 3. Documento histórico (julho de 2011), completado pela orientação da ASPS de 2023 [P4]. Relatório: https://www.plasticsurgery.org/documents/medical-professionals/health-policy/key-issues/ASPS_VTE_Report.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22743901/
P3
Pannucci CJ, Bailey SH, Dreszer G, Fisher Wachtman C, Zumsteg JW, Jaber RM, Hamill JB, Hume KM, Rubin JP, Neligan PC, Kalliainen LK, Hoxworth RE, Pusic AL, Wilkins EG. Validation of the Caprini risk assessment model in plastic and reconstructive surgery patients. J Am Coll Surg. 2011;212(1):105-112. doi:10.1016/j.jamcollsurg.2010.08.018. PMID: 21093314.
Aplicação: Tipo: coorte retrospectiva multicêntrica com controles sem quimioprofilaxia. Em 1.126 pacientes com escore de Caprini 3 ou mais, internados após anestesia geral, tromboembolismo venoso sintomático em 1,69% em 60 dias, com risco crescente pelo escore (11,3% acima de 8). Sustenta o uso do escore de Caprini para estratificar o risco em cirurgia plástica. Não avalia eficácia de profilaxia nem pacientes com escore abaixo de 3, e não valida diretamente a previsão de risco do caso índice com escore 2. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21093314/
P4
American Society of Plastic Surgeons. Preventing Venous Thromboembolism in Hospitalized Plastic Surgery Patients. Arlington Heights (IL): ASPS; 15 de dezembro de 2023. Documento da sociedade, sem autores nominais e sem PMID.
Aplicação: Tipo: orientação da ASPS. Recomendações nas pp. 1 e 2; documento acompanhado de referências e anexos. Recomenda dispositivos de compressão sequencial em pacientes sob anestesia geral endotraqueal (p. 1), com avaliação individual do risco de tromboembolismo. Cautela ao extrapolar para populações e procedimentos diferentes; não define a duração da compressão nem dispensa a estratificação pelo escore. www.plasticsurgery.org/documents/Health-Policy/Resources/2023-vte-prevention-hospitalized-patients.pdf
Custo do procedimento
Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.
Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Sala cirúrgica, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.
Custos operacionais hospitalares
A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.
Referência Evodux
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora da sala cirúrgica e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Sala cirúrgica: tempo de sala do caso índice (6 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 249,50/h), incluindo sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + sala cirúrgica + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.
Custeio do hospital
Tempos e permanência do caso índice
Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.
Entra no custo só no custeio detalhado (com custo-hora de RPA); no simplificado, a RPA está no rateio e o tempo aparece só na jornada e nos gatilhos
Modo simplificado
Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral; dieta fora. Vale só para o apartamento
Mesma composição; vale só para a enfermaria
No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.
Resultado do custeio operacional
Acomodação
A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.
Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 2 diárias. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito ou quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização, apoio geral da unidade e dieta prescrita. A dieta prescrita está incluída na diária de referência.
Contagem das diárias
Regra-base: 1ª diária = admissão até 24 h; 2ª diária = de 24 h a 48 h; a 3ª diária é aberta após 48 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da operadora e do hospital.
Composição de preço do procedimento
Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.
Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.
Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .
Precificação do procedimento
Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.
Identificação do procedimento
Código TUSS do procedimento, quando cadastrado pela instituição. 30101271, 30602262 e 30602173 são analogias de porte de situações reparadoras, não código de faturamento da tripla
Premissas de preço do hospital
Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento
Composição do preço
Preço por margem
Posicionamento do preço
Preço de tabela do hospital
Códigos TUSS dos itens
Fórmulas aplicadas
Custo do hospital × referência Evodux
Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.
Estrutura do custo: referência Evodux × hospital
A referência Evodux v1.0 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, sala cirúrgica e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.
Base dos Benchmarks Evodux
Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.
12hospitais
198cirurgias
jun/2025 a jun/2026período de observação
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.
Como o benchmark é construído
Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.
Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.
Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3
Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.
Base dos benchmarks
Referências de preço para a tripla (mastopexia com implantes de silicone e lipoabdominoplastia no mesmo tempo), OPME incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação. Base Evodux: 12 hospitais e 198 cirurgias, de junho de 2025 a junho de 2026.
Posição da proposta e do custo do hospital
Critérios dos perfis P1, P2 e P3
A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.
Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.
Conta hospitalar atual
Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.
Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. Nome, CPF e demais identificadores do paciente são descartados na leitura.
Ou informe as médias do faturamento
Médias do período analisado
Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse
Composição média da conta faturada
Em branco: mesma premissa de tributos do pacote da operadora (ou 8,65% Evodux, se não informada)
Análise econômica da operação atual
Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.
Pacote particular do procedimento
Orçamento da tripla para a paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.
Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.
1. Custos-base do hospital
Grupo
Base de cálculo
Custo unitário (R$)
Origem
Taxa de sala
Custo-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standard
Custo da diária
Diária · Enfermaria
Custo da diária
Materiais e medicamentos
Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento
OPME padrão
Configuração do caso índice
Exames e avaliação antes do procedimento
Hospital
Cirurgião plástico
Auxiliares
Anestesiologista
2. Proteção contra intercorrências
Reserva
3. Premissas de preço do hospital
4. Três opções para o paciente
5. Condições de pagamento
Em branco: à vista sem a taxa do cartão
6. Comparação com a conta aberta do hospital
7. Condições do pacote e adicionais
Não incluído no pacote
Preço dos adicionais
8. Orçamento para o paciente
9. Projeção
10. Referências de preço particular publicadas
Fórmulas aplicadas
Análise de conta do procedimento
Transforme contas hospitalares reais da tripla em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.
Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. Colunas e linhas com nome, CPF, carteirinha, prontuário, data de nascimento e outros identificadores são descartadas da leitura estruturada. Cada conta recebe um identificador técnico de episódio (EP-001, EP-002...). Com a integração, o estado é enviado à área do cliente e o arquivo original da conta só é enviado quando a integração informa o código do produto; o arquivo original não é anonimizado: o descarte vale para a leitura, não para o arquivo.
Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT
Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.
Como a leitura funciona
XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.
Pacote proposto pela operadora
Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.
Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12
Conta aberta × pacote
O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.
Volume
Em branco: mensal × 12
Preço, margem e ponto de equilíbrio
O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.
Margem-alvo
Faixa de negociação
A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.
Cenários e sensibilidade
Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.
Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador
Risco econômico do pacote
No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.
Variabilidade do custo por episódio
Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.
Preparação para negociação
Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.
Cláusulas a pactuar
Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.
Roteiro de implantação
Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.
01Diagnóstico
Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.
02Custeio
Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.
03Alinhamento clínico
Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.
04Aprovação de protocolo
Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.
05Precificação
Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.
06Parametrização operacional
Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.
07Piloto
Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.
08Revisão periódica
Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.
Papéis e responsabilidades
Área
Responsabilidade na implantação
Direção executiva
Patrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínica
Coordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de cirurgia plástica
Valida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
Anestesiologia
Valida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internação
Valida tempos, RPA, rastreabilidade dos implantes, cuidados com a ferida operatória e rotinas de alta.
Farmácia e suprimentos
Parametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custos
Informa custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
Faturamento
Parametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do paciente
Acompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadoras
Conduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.
Entregas mínimas da implantação
Marque cada entrega concluída. O registro entra nos cenários salvos e na exportação de dados.
Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.
Governança clínica
Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.
Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de técnica, sequência dos tempos, extensão da lipoaspiração e da abdominoplastia, padrão de cicatriz, plano da loja, volume, perfil e superfície dos implantes permanece do cirurgião plástico; a técnica anestésica definitiva segue a avaliação individual e o protocolo institucional.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.
Comitê de governança clínica do protocolo
Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de cirurgia plástica, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.
O que a governança clínica acompanha
Tema
O que observar
Onde no produto
Aderência ao caso índice
Episódios custeados como tripla em um tempo que não correspondem ao caso índice.
Aderência ao protocolo
Utilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanência
Tempo de sala acima de 6 h, recuperação acima de 2 h e permanência acima de 2 diárias.
OPME
Implantes de categoria superior, matriz dérmica, telas e acessórios de inserção, com justificativa.
Qualidade e segurança
Hematoma com reabordagem, seroma com punção ou drenagem, infecção do sítio cirúrgico, deiscência, necrose do retalho abdominal ou do complexo areolopapilar, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento.
Registro de decisões da governança clínica
Aprovação de protocolo divergente
O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.
Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.
Primeiro, classificar a divergência
Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de OPME). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (procedimentos em tempos separados, abdominoplastia em âncora ou após grande perda de peso, mastopexia sem prótese, troca de implantes, procedimento adicional, UTI programada). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.
Fluxo de aprovação
Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.
Solicitações de mudança de protocolo
Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.
Protocolo institucional
A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Evodux Base técnica Evodux da tripla (lipoaspiração, mastopexia com prótese e abdominoplastia) v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.
Identificação da versão
Alterações em relação à referência Evodux
Onde editar
Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.
Indicadores
Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.
Eventos assistenciais do período
Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.
Previsto × realizado
Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.
Dashboards
Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.
Metodologia de precificação Evodux
Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.
Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
Consolidação do custo do procedimento.
Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.
A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.
Camada econômica do hospital
Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux da tripla (lipoaspiração, mastopexia com prótese e abdominoplastia) v1.0).
Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
Custo hospitalar total do episódio.
Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
Contexto de preço pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
Cenários, variabilidade, risco e volume.
Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.
Fórmulas
Grandeza
Fórmula
Receita líquida
Faturamento − glosas e ajustes
Resultado
Receita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
Tempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimento
Tempo de RPA × custo-hora RPA
Internação
Permanência × custo paciente-dia
Equipamento
[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada
5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação)
Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 11.476,73, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 14.107,84 em apartamento standard.
Proteção de dados
O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados da leitura estruturada; o episódio é identificado por código técnico. Com a integração, o estado é enviado à área do cliente, e o arquivo original enviado não é anonimizado pelo produto. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.
Disclaimer e limitações
Premissas, limitações e condições de uso.
Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação de procedimento, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Técnica anestésica, profilaxia antibiótica, prevenção de tromboembolismo, extensão da lipoaspiração, uso de dreno, escolha do implante, padrão de cicatriz e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Cirurgião plástico, auxiliares e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.
Índice de referências
Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.
Código
Escopo
Referências
A1-A6
Protocolo anestésico
ASA monitorização básica · ASA jejum pré-operatório 2023 · Quinto consenso de náusea e vômito pós-operatórios 2026 · Diretriz de profilaxia antimicrobiana em cirurgia 2013 · ASA 2023, monitorização e antagonismo do bloqueio neuromuscular · ASA 2017, jejum pré-operatório
C1-C11
Protocolo do procedimento
Calobrace 2013, mastopexia de aumento em um tempo · Khavanin 2014, revisão sistemática · Adams 2006, irrigação tripla antibiótica da loja · Deva 2013, biofilme em implantes · Darouiche 2010, clorexidina alcoólica · Winocour 2015, abdominoplastia combinada · Saldanha 2009, lipoabdominoplastia · Xia 2019, metanálise lipoabdominoplastia · Jabbour 2017, pontos de tensão e dreno · Gupta 2017, mama estética com procedimentos associados · FDA, riscos dos implantes mamários
P1-P4
Protocolo pós-procedimento
ERAS Society, cirurgia mamária 2017 · ASPS, prevenção de tromboembolismo 2012 · Pannucci 2011, validação do escore de Caprini · ASPS 2023, prevenção de tromboembolismo
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta, com o tipo de fonte indicado. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.3.1 · data-base out/2026 · próxima atualização: abril de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à versão 1.3.1. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Histórico da Referência Evodux de custo-hora da sala cirúrgica: R$ 249,45 por hora nas versões 1.0 a 1.2; R$ 249,50 por hora a partir da versão 1.3. Valores próprios informados pela instituição não são alterados por atualização da referência; cenários salvos antes da versão 1.3 mantêm as métricas calculadas na época, identificadas com a referência usada.
Protocolo anestésico
A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; última emenda em 15 de outubro de 2025. Norma institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma da sociedade (padrão de prática da ASA). Standard II: monitorização contínua de oxigenação, ventilação, circulação e temperatura durante a anestesia. Na paciente intubada do caso índice, o item 2.2.2 exige avaliação clínica, identificação do CO2 expirado para verificar a posição do tubo e a análise contínua do CO2 expirado da colocação até a extubação ou o início da transferência para a recuperação; o item 2.4 pede monitorização da temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não fundamenta o restante do regime anestésico. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. doi:10.1097/ALN.0000000000004381. PMID: 36629465.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Atualização modular restrita a líquidos claros com carboidrato, goma de mascar e jejum pediátrico; não é um guia novo de todos os jejuns. Os tempos gerais de jejum vêm da diretriz ASA de 2017 [A6], que esta atualiza em parte. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Jin Z, Ayad S, Belani KG, Habib AS, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513 (publicado online antes da impressão em 2025). doi:10.1213/ANE.0000000000007816. PMID: 41237407. Relatório completo no material suplementar da editora (Full Report, Appendix 1). Substitui o quarto consenso (Anesth Analg. 2020;131(2):411-448, PMID: 32467512), mantido como histórico.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas com endosso de sociedades. Relatório completo (material suplementar da editora, Guideline 4, p. 20): no tratamento de náusea e vômito estabelecidos, usar antiemético de classe diferente da usada na profilaxia; repetir a mesma classe não traz benefício; uma segunda dose de antagonista 5-HT3 após mais de 6 horas só é considerada quando não há alternativa. Sustenta também a profilaxia multimodal conforme o risco. Não define prescrição fixa de resgate nem quantidade de custeio. Relatório completo: https://cdn-links.lww.com/permalink/aa/f/aa_1_1_2025_11_24_cd_1_sdc1.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41237407/
A4
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). Tabela 1 (p. 197) e seção de redose (p. 209 da revista): cefazolina 2 g para adulto (3 g a partir de 120 kg), início até 60 minutos antes da incisão, nova dose a cada 4 horas contadas a partir do início da dose pré-operatória, e não do início do procedimento, e duração menor que 24 horas na maioria dos procedimentos; na cirurgia plástica, cefazolina como primeira escolha. A seção de cirurgia plástica e mama aborda profilaxia em abdominoplastia e mamoplastia de aumento; não valida especificamente a combinação tripla. Texto: https://www.ashp.org/surgical-guidelines pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23327981/
A5
Thilen SR, Weigel WA, Todd MM, Dutton RP, Lien CA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Monitoring and Antagonism of Neuromuscular Blockade: A Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Neuromuscular Blockade. Anesthesiology. 2023;138(1):13-41. doi:10.1097/ALN.0000000000004379. PMID: 36520073.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASA). Quadro de recomendações (p. 14; detalhamento nas p. 17, 19 e 21): monitorização quantitativa em vez de avaliação clínica ou qualitativa; confirmar relação TOF de 0,9 ou mais antes da extubação; sugamadex em vez de neostigmina para bloqueio profundo, moderado ou superficial por rocurônio ou vecurônio; neostigmina como alternativa razoável no bloqueio mínimo (relação TOF de 0,4 a menos de 0,9). Não define o custo do monitor nem do sugamadex, que não estão precificados neste produto. csa-online.org/wp-content/uploads/2023/02/NMB23.pdf
A6
American Society of Anesthesiologists Task Force on Preoperative Fasting and the Use of Pharmacologic Agents to Reduce the Risk of Pulmonary Aspiration. Practice Guidelines for Preoperative Fasting and the Use of Pharmacologic Agents to Reduce the Risk of Pulmonary Aspiration: Application to Healthy Patients Undergoing Elective Procedures. An Updated Report. Anesthesiology. 2017;126(3):376-393. doi:10.1097/ALN.0000000000001452. PMID: 28045707.
Aplicação: Tipo: série de casos retrospectiva. Série retrospectiva de 332 casos consecutivos de mastopexia de aumento em um tempo (evidência nível III): complicações em 22,9% e reoperação em 23,2%. Sustenta a mastopexia de aumento em tempo único como componente mamário selecionado e mostra que a reoperação é frequente; não demonstra segurança incondicional da tripla nem define permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22965238/
C2
Khavanin N, Jordan SW, Rambachan A, Kim JYS. A systematic review of single-stage augmentation-mastopexy. Plast Reconstr Surg. 2014;134(5):922-931. doi:10.1097/PRS.0000000000000582. PMID: 25347628.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática. A revisão reuniu 23 estudos e 4.856 casos. A taxa agregada de reoperação de 10,7% corresponde aos 13 estudos que reportaram esse desfecho; não representa estimativa específica para a cirurgia tripla deste modelo. A taxa agregada de complicações na mastopexia de aumento em um tempo foi de 13,1%. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25347628/
C3
Adams WP Jr, Rios JL, Smith SJ. Enhancing patient outcomes in aesthetic and reconstructive breast surgery using triple antibiotic breast irrigation: six-year prospective clinical study. Plast Reconstr Surg. 2006;117(1):30-36. PMID: 16404244. Republicado em Plast Reconstr Surg. 2006;118(7 Suppl):46S-52S. doi:10.1097/01.prs.0000185671.51993.7e. PMID: 17099483.
Aplicação: Tipo: estudo clínico prospectivo sem grupo controle próprio. Estudo prospectivo de 335 pacientes com irrigação tripla antibiótica da loja: contratura grau III/IV de 1,8% no aumento primário, 0% na mastopexia de aumento e 9,5% na reconstrução. A solução estudada tem três componentes (bacitracina 50.000 U, cefazolina 1 g e gentamicina 80 mg em 500 mL de soro fisiológico, p. 31); o estudo citado sobre mistura de três agentes não valida diretamente a composição orçamentária de dois agentes deste modelo. A técnica descrita (p. 31) inclui troca de luvas e mínimo contato com o implante; a série não controlada, com subgrupo mamário pequeno, não comprova isoladamente a eficácia de cada medida. Texto: https://saferbreastimplants.org/wp-content/uploads/2017/03/Enhancing_outcomes_triple_antibiotic-Jan_2006.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16404244/
C4
Deva AK, Adams WP Jr, Vickery K. The role of bacterial biofilms in device-associated infection. Plast Reconstr Surg. 2013;132(5):1319-1328. doi:10.1097/PRS.0b013e3182a3c105. PMID: 23924649.
Aplicação: Tipo: revisão narrativa. Sustenta o papel do biofilme bacteriano na falha de dispositivos e, em termos gerais, estratégias operatórias para reduzir a contaminação do implante no momento da inserção. É revisão geral, não estudo específico de cada manobra; a troca de luvas e a manipulação mínima do caso índice são descritas na técnica de [C3]. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23924649/
C5
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-alcohol versus povidone-iodine for surgical-site antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado. Ensaio randomizado multicêntrico com 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico de 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com povidona-iodo. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica, por extrapolação para cirurgia limpa; não estabelece a concentração de 0,5% usada no produto. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20054046/
C6
Winocour J, Gupta V, Ramirez JR, Shack RB, Grotting JC, Higdon KK. Abdominoplasty: risk factors, complication rates, and safety of combined procedures. Plast Reconstr Surg. 2015;136(5):597e-606e. doi:10.1097/PRS.0000000000001700. PMID: 26505716.
Aplicação: Tipo: coorte prospectiva de base de seguro (CosmetAssure, 2008 a 2013). Em 25.478 abdominoplastias, complicações maiores em 30 dias em 4,0% contra 1,4% nos demais procedimentos estéticos; procedimentos múltiplos com risco relativo de 1,5; taxa de 3,1% na abdominoplastia isolada e de 4,6% quando associada a lipoaspiração e procedimento de mama. Sustenta que a associação aumenta o risco de complicação maior. Coorte com dados de base de seguro, não ensaio; não trata de mastopexia com implante em separado e não fundamenta 2 diárias, dreno ou UTI; incidências populacionais não são previsão individual. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26505716/
Aplicação: Tipo: descrição de técnica com série de casos (445 pacientes, 2000 a 2007). Sustenta a lipoabdominoplastia com descolamento seletivo e lipoaspiração do abdome e das áreas infracostais, com preservação da irrigação da parede abdominal. O resumo publicado não informa taxas de complicação, tempo de internação nem uso de dreno; não presume segurança da tripla para toda paciente. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19730314/
C8
Xia Y, Zhao J, Cao DS. Safety of lipoabdominoplasty versus abdominoplasty: a systematic review and meta-analysis. Aesthetic Plast Surg. 2019;43(1):167-174. doi:10.1007/s00266-018-1270-3. PMID: 30511162.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise (17 estudos, 14.061 pacientes). Lipoabdominoplastia com menos complicações totais que a abdominoplastia tradicional (risco relativo 0,85), menos hematoma (0,56) e menos seroma (0,69). Sustenta a escolha da lipoabdominoplastia como técnica de referência. Não sustenta dispensar o dreno nem tempo de internação, e a comparação entre técnicas abdominais não prova que associar a cirurgia de mama mantém o mesmo risco. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30511162/
C9
Jabbour S, Awaida C, Mhawej R, Habre SB, Nasr M. Does the addition of progressive tension sutures to drains reduce seroma incidence after abdominoplasty? A systematic review and meta-analysis. Aesthet Surg J. 2017;37(4):440-447. doi:10.1093/asj/sjw130. PMID: 27789426.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática com metanálise (3 ensaios randomizados e 4 estudos retrospectivos). Pontos de tensão progressiva com dreno reduzem seroma em relação ao dreno isolado; entre pontos com dreno e apenas pontos não houve diferença estatística de seroma na análise, o que não demonstra equivalência. Não obriga o uso do dreno nem define duração do dreno ou diárias. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27789426/
C10
Gupta V, Yeslev M, Winocour J, Bamba R, Rodriguez-Feo C, Grotting JC, Higdon KK. Aesthetic breast surgery and concomitant procedures: incidence and risk factors for major complications in 73,608 cases. Aesthet Surg J. 2017;37(5):515-527. doi:10.1093/asj/sjw238. PMID: 28333172.
Aplicação: Tipo: coorte prospectiva de base de seguro (CosmetAssure). Complicações maiores em 1,46% das cirurgias mamárias estéticas; aumento com mastopexia com risco maior que o procedimento mamário isolado, sobretudo de infecção; associar abdominoplastia a qualquer procedimento de mama aumenta o risco de complicação maior. O resumo não traz a taxa específica da combinação; a taxa global não se aplica à tripla específica. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28333172/
C11
U.S. Food and Drug Administration. Risks and Complications of Breast Implants. Página oficial da FDA, Medical Devices, Breast Implants. Consulta em 23/10/2026.
Aplicação: Tipo: página informativa de agência reguladora, não estudo. Afirma que o linfoma anaplásico de grandes células associado ao implante mamário aparece com mais frequência em pacientes com implantes texturizados. Usada só para registrar que a equivalência entre superfícies no custo é apenas orçamentária; não traz taxas e não fundamenta escolha de modelo. www.fda.gov/medical-devices/breast-implants/risks-and-complications-breast-implants
Protocolo pós-procedimento
P1
Temple-Oberle C, Shea-Budgell MA, Tan M, et al. Consensus Review of Optimal Perioperative Care in Breast Reconstruction: Enhanced Recovery after Surgery (ERAS) Society Recommendations. Plast Reconstr Surg. 2017;139(5):1056e-1071e. doi:10.1097/PRS.0000000000003242. PMID: 28445352.
Aplicação: Tipo: consenso com recomendações da ERAS Society. Extrapolação parcial da reconstrução mamária para a tripla; texto disponível em cópia publicada pelo Michigan Surgical Quality Collaborative (https://www.msqc.org/_files/ugd/d5fc0a_88ed85d9396b4e74a46183436662bb4c.pdf): jejum com líquidos claros até 2 horas (item 4), profilaxia de tromboembolismo com métodos mecânicos (item 6), clorexidina e antibiótico intravenoso até 1 hora antes da incisão (item 7), profilaxia multimodal de náusea e vômito (item 8), analgesia multimodal poupadora de opioide (itens 9 e 13), prevenção de hipotermia com aquecimento ativo e monitorização da temperatura (item 11), alimentação precoce (item 14) e mobilização em até 24 horas (item 17). O item 10 recomenda anestesia venosa total, o que diverge do modelo balanceado com sevoflurano do caso índice; a divergência não prova que o modelo balanceado seja proibido; a escolha da técnica é da instituição. Não trata de abdominoplastia nem de lipoaspiração e não define critérios de alta. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28445352/
P2
Murphy RX Jr, Alderman A, Gutowski K, et al. Evidence-based practices for thromboembolism prevention: summary of the ASPS Venous Thromboembolism Task Force Report. Plast Reconstr Surg. 2012;130(1):168e-175e. doi:10.1097/PRS.0b013e318254b4ee. PMID: 22743901.
Aplicação: Tipo: recomendações de força-tarefa da sociedade (ASPS). Estratificação pelo escore de Caprini de 2005; com escore de 3 a 6, em procedimento sob anestesia geral acima de 60 minutos, considerar heparina de baixo peso molecular ou não fracionada após a cirurgia (grau B); com 7 ou mais, considerar profilaxia estendida e redução de risco. Abdominoplastia e contorno corporal estão entre os procedimentos listados. Figura 1 (p. 2): idade de 41 a 60 anos, IMC acima de 25, contraceptivo oral ou terapia hormonal valem 1 ponto cada; cirurgia de grande porte acima de 45 minutos vale 2. Não define dose nem duração e não trata de escore abaixo de 3. Documento histórico (julho de 2011), completado pela orientação da ASPS de 2023 [P4]. Relatório: https://www.plasticsurgery.org/documents/medical-professionals/health-policy/key-issues/ASPS_VTE_Report.pdf pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22743901/
P3
Pannucci CJ, Bailey SH, Dreszer G, Fisher Wachtman C, Zumsteg JW, Jaber RM, Hamill JB, Hume KM, Rubin JP, Neligan PC, Kalliainen LK, Hoxworth RE, Pusic AL, Wilkins EG. Validation of the Caprini risk assessment model in plastic and reconstructive surgery patients. J Am Coll Surg. 2011;212(1):105-112. doi:10.1016/j.jamcollsurg.2010.08.018. PMID: 21093314.
Aplicação: Tipo: coorte retrospectiva multicêntrica com controles sem quimioprofilaxia. Em 1.126 pacientes com escore de Caprini 3 ou mais, internados após anestesia geral, tromboembolismo venoso sintomático em 1,69% em 60 dias, com risco crescente pelo escore (11,3% acima de 8). Sustenta o uso do escore de Caprini para estratificar o risco em cirurgia plástica. Não avalia eficácia de profilaxia nem pacientes com escore abaixo de 3, e não valida diretamente a previsão de risco do caso índice com escore 2. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21093314/
P4
American Society of Plastic Surgeons. Preventing Venous Thromboembolism in Hospitalized Plastic Surgery Patients. Arlington Heights (IL): ASPS; 15 de dezembro de 2023. Documento da sociedade, sem autores nominais e sem PMID.
Aplicação: Tipo: orientação da ASPS. Recomendações nas pp. 1 e 2; documento acompanhado de referências e anexos. Recomenda dispositivos de compressão sequencial em pacientes sob anestesia geral endotraqueal (p. 1), com avaliação individual do risco de tromboembolismo. Cautela ao extrapolar para populações e procedimentos diferentes; não define a duração da compressão nem dispensa a estratificação pelo escore. www.plasticsurgery.org/documents/Health-Policy/Resources/2023-vte-prevention-hospitalized-patients.pdf
Cenários salvos
Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.
Rastreabilidade
Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.